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Prefeitura e Semae visitam área onde será localizada nova Casa de Bombas

29/01/2026

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Créditos: Douglas Dalua

Canal de drenagem começará a ser construído a partir do mês de abril e reforça o sistema de defesa de cheias em São Leopoldo

 

Na manhã desta quinta-feira (29), o prefeito Heliomar Franco, acompanhado da presidente do Semae, Cladis Magnani, e do engenheiro da Caixa Econômica Federal, Eduardo Wuttke, estiveram na área onde será construída a nova Casa de Bombas da Zona, na região Nordeste. Participaram ainda da vistoria, engenheiros e técnicos do Semae.

A Casa de Bombas nº 07 ficará localizada na saída de canal da Bacia Steigleder. O local é ponto estratégico para escoamento das águas pluviais da região, impactando diretamente os moradores do Santos Dumont, beneficiando ainda a comunidade dos bairros Rio dos Sinos, Campina, parte baixa do Scharlau e Santo Afonso (Novo Hamburgo).

Primeira fase

Com previsão de início para o mês de abril, nesta primeira etapa, será construído um canal de drenagem de 12 metros de largura, feito em concreto armado.  "Junto com a Caixa Econômica Federal estamos olhando o primeiro trecho desta obra, quando será feita essa espécie de vala de drenagem com 1.200 metros de extensão. Ela vai aliviar toda a água que chega na Steigleder, Santos Dumont e na Vila Brás, ajudando a evitar novos alagamentos. É só o início de uma obra que contempla também uma nova casa de bombas", explica o prefeito Heliomar. Conforme a presidente do Semae, Cladis Magnani, a etapa seguinte se refere a uma bacia de amortecimento. "Ela segura toda essa água e encaminha para o Rio do Sinos, contando com a contenção e desaceleração da água durante chuvas intensas", ressalta.  

A terceira etapa do projeto prevê a edificação da unidade 7, que contará com quatro conjuntos motobombas, cada um com capacidade de 3 mil litros por segundo; capacidade total de bombeamento de 12 mil litros por segundo, posicionando a estrutura entre as mais potentes do município; sistema automatizado para operação conforme níveis de água, com redundância mecânica e elétrica. Ao todo, serão R$ 69,3 milhões destinados à construção. O investimento é proveniente do Fundo de Reconstrução do Rio Grande do Sul (FIRECE), criado em dezembro de 2024 como resposta às enchentes no Estado.

Atualmente, o município é responsável pela operação e manutenção de cinco casas de bombas fixas: Rodoviária, Ginásio, João Corrêa, Campina e Cerquinha.


Texto: Bruna de Bem
Foto: Douglas da Lua

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