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Construção de caminhos de proteção de mulheres plurais é tema de roda de conversa

03/08/2026

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Créditos: Digue Cardoso

Com o objetivo de potencializar os movimentos referentes aos direitos das mulheres negras, indígenas e ciganas foi realizada a Roda de Conversa: "Entre vozes e vivências: construindo caminhos de proteção para mulheres plurais". O evento buscou através do diálogo impulsionar a equidade de gênero e racial nos atendimentos prestados a essas mulheres. A atividade foi realizada pelo Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Cmpir) com a Prefeitura de São Leopoldo, por intermédio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes).

A Roda de Conversa ocorreu na sexta-feira (31), no turno da manhã, no Teatro Municipal de São Leopoldo. O encontro faz parte do calendário "Julho das Pretas", com o dia 25 de julho sendo marcado como o Dia Internacional de Tereza De Benguela e da Mulher Preta de acordo com a Lei nº 12.987, de 2 de junho de 2014. "Pensando nesse momento que estamos enfrentando no Rio Grande do Sul, com o aumento dos feminicídios, oferecemos um olhar mais atento para os serviços que a Rede Municipal oferece às mulheres negras, indígenas e ciganas (...) Convidamos esses serviços a trazerem dados relacionados ao atendimento das vítimas, e apontar as adaptações necessárias nos casos de violência atravessadas por questões étnicas e raciais", afirmou a presidente do Cmpir, Ana Lúcia Magalhães.

A roda de conversa reuniu mulheres de vários segmentos para abordarem o tema com os participantes: Claudete Coelho, mulher negra coordenadora do Grupo Girassol e liderança da Vicentina; Rose Winter,  mulher cigana, conselheira do Cmpir/SL e representante dos Povos Ciganos; Sueli Key, mulher indígena Kaingang da Aldeia Por Fi Ga de São Leopoldo; Patrícia Silva, diretora de Políticas de Segurança da Secretaria Municipal de Segurança Pública (Semusp) e representante do Projeto Ronda Lilás, Antoninha Della Mea Lima, presidenta do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres de São Leopoldo; Sueli Angelita da Silva, Economia Solidária e compõe o Conselho Municipal de Povos Tradicionais de Matriz Africana de São Leopoldo (compotma) e Patrícia Dauber, diretora de Enfrentamento à Violência, representante da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (Sepom).

 

Texto: Amanda Miron da Cunha - estagiária de Jornalismo
Supervisão: Jornalista Vanessa Bueno - MTb.11.299
Foto: Digue Cardoso 
Superintendência de Comunicação da Prefeitura de São Leopoldo

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